jueves, 22 de septiembre de 2011

¡Es la deuda privada, estúpidos! Porqué los economistas del sistema se equivocan siempre en sus diagnósticos y en sus pronósticos*

La deuda, el dinero y el propio sistema financiero no desempeñan el menor papel en los modelos económicos neoclásicos convencionales. Muchos legos creen que los economistas son expertos en dinero, pero la creencia de que el dinero es meramente "el velo que cubre el intercambio" –y que, por lo mismo, la economía puede ser modelada sin tomar en cuenta ni el dinero ni la forma en que se crea— es un dogma fundamental de la teoría económica neoclásica. Sólo los economistas disidentes toman el dinero en serio.

Lea todo el ensayo de Steve Keen traducido por Sin Permiso aquí

*NOTA: Originalmente la entrada fue subida al blog Economarx21 (blog que ampliamente se recomienda seguir) por José Sandoval.

martes, 8 de marzo de 2011

Keynesianism and the Crisis

Lance Taylor, Guest Blogger
The only way to understand the Great Crisis and how to deal with it is through the economics of John Maynard Keynes and his closest followers. For the details see my new book, Maynard’s Revenge: The Collapse of Free Market Macroeconomics (Harvard University Press). Three ideas emphasized by Keynes 75 years ago are crucial for understanding the contemporary situation.
The first is that economic actors operate under fundamental uncertainty — at times they cannot predict or even imagine the nature of future developments. In the mid-2000s Federal Reserve Governor Ben Bernanke extolled a “Great Moderation” in macroeconomics. He did not, and probably could not, think about the tsunami that was about to strike. Rather, he accepted widespread market conventions that all was well. Keynes thought that such conventions might persist for a time, but then could rapidly break down.
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martes, 11 de enero de 2011

Entrevista a Alejandro Valle Baeza

En el marco de las Jornadas de Economía Crítica (JEC) que se desarrollaron en Rosario, el economista marxista mexicano, Alejandro Valle Baeza, profesor de hace más de tres décadas de la UNAM y fundador de la Sociedad de Economía Política de Latinoamérica, habló con Tiempo Argentino acerca de los problemas de la izquierda, la incapacidad de la ortodoxia de solucionar sus propias crisis, el nuevo avance del pensamiento crítico en América Latina y el mundo y la renovada pujanza intelectual de la juventud como base para el avance de la heterodoxia luego del fracaso neoliberal.

Lea toda la entrevista de Tiempo Argentino

lunes, 13 de diciembre de 2010

Una visión sraffiana de la teoría de la explotación

En este trabajo se evalúa críticamente la función del concepto de explotación en la economía marxista desde una perspectiva sraffiana. La explotación tiene una estrecha, y algo complicada, relación con la teoría del valor-trabajo. Esta última ha sido el blanco de diversas críticas, sobre todo por Böhm-Bawerk, Bortkiewicz y Steedman, y ya no provee un espacio para proporcionar una explicación sólida de los precios. Sin embargo, es aún ampliamente sostenido que el análisis de Marx del valor trabajo proporciona información detallada acerca de cómo funciona el capitalismo que no se puede obtener por otros medios. F.Y. Edgeworth afirmó que "La importancia de las teorías de Marx es... totalmente emocional." Eso no es cierto, sin embargo, uno no puede evitar sentir que la teoría del valor-trabajo (un término que Marx nunca utilizó) sigue ejerciendo una atracción emocional.
Artículo completo en: http://host.uniroma3.it/eventi/sraffaconference2010/abstracts/pp_mongiovi.pdf

viernes, 12 de noviembre de 2010

Are Keynes and Marx Compatible?*

How you view the relationship between Marx and Keynes has major political implications on how reformable capitalism is. If it is highly reformable, then it is at least possible that a long era of progressive reforms lies ahead us. For example, is it possible to achieve "full employment", or at least substantially "fuller employment", if the capitalist gobernments and the central banks adopt the kind of policies advocated by Keynes and his present-day followers?

Lea todo este interesante post. Se recomienda también revisar el excelente blog de Sam Williams.

* Muchas gracias al Dr. Alejandro Valle por el envío de la nota.

jueves, 7 de octubre de 2010

¿Qué decir a los estudiantes?*

En 2000 un grupo de estudiantes de economía en Francia comenzó un movimiento de protesta contra la forma en la que se desarrollaba la enseñanza de esta disciplina. Se difundió un manifiesto criticando el abuso en la construcción de modelos cada vez más abstractos y alejados de los problemas de la economía real. La queja más importante era que los programas docentes estaban dirigidos hacia modelos irrelevantes, cada vez más alejados de los problemas del mundo real.

(...) Desgraciadamente, la crítica de los estudiantes es poco certera. Eso es peligroso pues el movimiento corre el riesgo de ser improductivo y de ser recuperado por la ortodoxia de la que tanto se quejan los estudiantes y algunos de sus maestros.

(...) Por eso sobrevive la teoría neoclásica. Por la ausencia de una enseñanza completa de sus limitaciones y de sus brutales deficiencias. La ignorancia es y ha sido el principal aliado de este instrumento de dominación ideológica.

Lea todo el ensayo de Alejandro Nadal aparecido en La Jornada y reproducido en Rebelión aquí.

* Muchas gracias al Dr. Alejandro Valle quien envió la entrada

miércoles, 4 de agosto de 2010

Centro de Estudos Marxistas


O Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) do IFCH foi criado em 1996. É um centro de estudo e pesquisa aberto a todo IFCH, mas que conta com a participação destacada dos professores e dos pós-graduandos do Departamento de Ciência Política. Dos quatro mandatos de direção do Cemarx, três foram exercidos por professores do DCP.

O Cemarx tem realizado pesquisa original, grupos de estudo e eventos acadêmicos e tem desenvolvido um programa de publicações. Nessas atividades, procura envolver, além dos docentes, os estudantes dos programas de pós-graduação, e tem sido bem-sucedido nessa empreitada.
I
O Cemarx desenvolve hoje um projeto de pesquisa, que é um projeto integrado do CNPq, intitulado Neoliberalismo e trabalhadores no Brasil – o texto do projeto e seus relatórios estão disponíveis no sítio do Cemarx (www.unicamp.br/cemarx). Esse projeto envolve três professores - dois deles pertencentes aos quadors do DCP - e quatro estudantes do mestrado em Ciência Política e do doutorado em Ciências Sociais. Esse projeto já rendeu uma publicação que teve grande aceitação entre os pesquisadores do tema (Neoliberalismo e luta social no Brasil – dossiê, revista Idéias, ano 9, n. 1, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Unicamp, 2002).
Na área específica das publicações o Cemarx tem três iniciativas que vale a pena destacar: a) o centro é a sede da revista Crítica Marxista, periódico que vem saindo regularmente há dez anos e que foi classificado como publicação de âmbito nacional com conceito B no sistema da Capes e do CNPq; b) centro realizou um convênio internacional com o Grupo Séminaires Marxistes da École des Hautes Études en Sciences Humaines de Paris para a publicação da coleção Seminários marxistas, que está saindo simultaneamente na França, no Brasil e no México. Participam dessa coleção intelectuais franceses, brasileiros e hispano-americanos. No Brasil, já lançamos o primeiro número da coleção (François Chesnais, Gerard Duménil, Dominique Lévy e Immanuel Wallerstein, Uma nova fase do capitalismo?, São Paulo, Editora Xamã, 2003.); c) o centro está lançando também uma série universitária, voltada fundamentalmente para docentes e estudantes de pós-graduação, intitulada Cadernos Cemarx. O material do primeiro número dessa série encontra-se me fase de impressão e será editado pelo IFCH-Unicamp.
Sendo também um centro de estudos, o Cemarx tem organizado grupos de estudos de temas ligados à teoria marxista com estudantes de pós-graduação e de graduação do IFCH. Atualmente funcionam três grupos de estudos, que reúnem cerca de sessenta estudantes. Atualmente funcionam quatro grupos de estudos, que reúnem cerca de sessenta estudantes. São eles:
1- Grupo de Estudos Althusserianos – coordenação do prof. Armando Boito Jr. (DCP, IFCH). Participação de 12 pós-graduandos.

2 – Grupo de Estudos sobre O Capital – coordenação do prof. Hector Benoit (DF, IFCG), com uma média de 28 participantes.

3 – Grupo de Estudos sobre o marxismo de Léon Trotsky - coordenação do prof. Álvaro Bianchi (DCP, IFCH).

4 – Grupo de Estudos sobre Epistemologia – coordenação do prof. Décio Saes (Umesp). 7 participantes.
Na área de eventos acadêmicos, o Cemarx tem tido uma atividade muito variada e constante. O número de eventos realizados nesses oito anos de existência é muito grande. Esses eventos abordaram temas teóricos, históricos e políticos os mais variados e envolveram pesquisadores da Unicamp e de inúmeras universidades brasileiras e estrangeiras.
Merece destaque especial, contudo, a série de eventos denominada Colóquios Marx e Engels que vem ocorrendo, bienalmente, desde 1999. Cada um desses colóquios tem um tema específico em torno do qual são realizadas mesas-redondas e sessões de comunicações coordenadas. A participação nesses colóquios tem crescido muito. No primeiro, realizado em novembro de 1999, contamos com a presença de cerca de 50 pesquisadores de cinco Estados do país; já no terceiro colóquio, realizado em novembro de 2003, contamos com a participação de cerca de 80 pesquisadores de doze Estados do Brasil. O material apresentado nos colóquios tem sido publicado na forma de livro. Já publicamos o material do primeiro colóquio (Vários autores, A obra teórica de Marx – problemas, atualidade e interpretações, São Paulo, Editora Xamã, 2000) e do segundo (Vários autores, Marxismo e ciências humanas, São Paulo, Editora Xamã, 2003); o material relativo ao terceiro colóquio está em vias de preparação para publicação.
Outro evento acadêmico que teve muita importância na atividade do Cemarx foi o Seminário internacional 130 anos da Comuna de Paris. Esse seminário contou com a participação de trezes historiadores e cientistas políticos brasileiros e franceses, despertou grande interesse na universidade e também resultou na publicação de um livro (Armando Boito Jr.(org.), A Comuna de Paris na História, São Paulo, Editora Xamã, 2001).
Com o objetivo de difundir o seu trabalho fora do campus universitário, o Cemarx manteve durante três anos convênio com a Secretaria Municipal de Cultura de Campinas que implicou na organização de eventos culturais para a população trabalhadora da cidade. Em decorrência desse convênio, parte dos eventos organizados na universidade desenvolveram, também, atividades nos recintos da prefeitura municipal.
Os trabalhos desenvolvidos pelo Cemarx têm obtido repercussão junto a instituições universitárias e de pesquisa de outros países. Os integrantes do centro têm sido convidados para exporem as suas pesquisas em diversos congressos científicos internacionais  - Universidade de Nanterre, Universidade de Veneza, Universidade de Havana, CLACSO, Associação Actuel Marx de Paris etc.
II
Professores membros ativos do Cemarx: Álvaro Bianhci (Departamento de Ciência Política), Andréia Galvão (Departamento de Ciência Política), Armando Boito Jr. (Departamento de Ciência Política), Caio Navarro de Toledo (Departamento de Ciência Política), Hector Benoit (Departamento de Filosofia), João Quartim de Moraes (Departamento de Filosofia) e Pedro Paulo Funari (Departamento de História).
Estudantes membros ativos do Cemarx: Andriei Gutierrez (Mestre em Ciência Política), Ângela Lazagna (Mestre em Sociologia), Danilo Martuscelli (Mestrando em Ciência Política), Sandra Zarpelon (Mestre em Ciência Política), Augusto Buonicore (Doutorando em Ciências Sociais, área de Estudos Políticos), Flávio de Castro (Doutorando em Ciências Sociais, área de Estudos Políticos), Luziano Mendes (Doutorando em Ciências Sociais, área de Estudos Políticos), Patrícia Tropia (Doutora em Ciências Sociais, área de Estudos Políticos), Fernando Ferrone (Graduado em Ciências Sociais).
 

Campinas, 14 de janeiro de 2005
Andréia Galvão
Diretora do Cemarx
Profa. do Departamento de Ciência Política